Um poço de lama. Alguns grãos de desejos. Um oásis de esperança. Um deserto de desespero.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

A Momentary Lapse of Reason



Tudo sem sentido
Só para matar o tempo
Espirro
os medo das prisões
a erudição
Logo você foi quem partiu
Quer a passagem de volta?
Eu pago para o final
Queria andar na praça
Vi um menino parecido comigo
Quantos ecos no corredor
Por que tem que ser branco?
Queria um momento de esquecimento
Quero vender um punhado de decepção
A ligação chegou ao fim
Quantas encruzilhadas mais precisamos?
Nada pode ser perfeito
até que se mostrem os defeitos
A momentary lapse of reason

2 comentários:

Joelton Duarte disse...

Tudo deve ser branco!No branco a caneta risca, porém as confidências de tão esquecidas insistem em torná-lo encardido!!!
Sempre escolhemos o que escrever,o branco nos permite escolhas,o preto nos enebria e nos leva a perdição!!!
Deve ser branco porque é o oposto, já que nunca será metade!

Tatá disse...

eu ando querendo parar de distribuir passagens de volta, comprar uma pra mim, pra ir embora pra Pasárgada...